Sabado. Peripecia no transporte publico
Sabadao, nada para fazer, resolvi visitar a Renata e conhecer finalmente o Stefano (bofe da Renata).
Para isso, tinha que me despencar para a cidade deles, Los Altos, que, como voces podem ver, e razoavelmente longe de SF.
Mas, conjugando o Bart com o Caltrain, supostamente eu estaria la em 2 horas, gastando apenas 6 dolares. Nada mal...
Depois de publicar os posts iniciais, ja que a Renata esta estudando para o Bar (boa sorte!!!!!) e eu nao queria atrapalhar o estudo, tudo combinado, ia encontrar o Stefano no trabalho dele (gente que faz, trabalhando no sabado) e iriamos para a casa deles para eu pegar umas paradas nas minhas malas (nao entrarei em detalhes, so direi que eram artigos extremamente necessarios).
Bom, tudo combinado, entrei no Transit511.org e planejei minha viagem toda.
Peguei meu computador (para mostrar as fotos da menina mais linda do mundo para a Renata) e parti.
Estava eu no Bart, tranquilao, quando o motorista avisa que o trem na nossa frente esta com problemas e por isso iriamos parar um pouquinho no meio do caminho, coisa de 5 a 7 minutos (sem sacanagem, o cara falou 5 a 7 mesmo...). Como eu tinha uma folga de 26 minutos (mais uma vez, nao e sacanagem), fiquei tranquilo.
Entretanto, no meio do caminho, o bonitao volta ao microfone e fala que o trem quebrou de vez e que vai demorar um pouco mais (sem previsao dessa vez). Trocando em miudos, dancei (para nao trocar em um outro miudo mais explicito).
Quando chegamos na estacao de transferencia para o Caltrain, ele tinha partido ha 9 minutos... Proximo trem? Em 1 hora...
O vida, o azar.... Me lembrei do Charlie Brown, que descreveria essa situacao com o seu classico: "mais que puxa..." (gostou da citacao do Charlie Brown, Cla?)...
Bom, fui dar uma volta na redondeza para tentar comprar algo para comer (ja eram 1550 e nao tinha rolado almoco ainda) e o maximo que eu achei foi um Snickers num cibercafe muito do mambembe.
Voltei para estacao, saquei meu iPod e fiquei esperando ouvindo uma selecao super ecletica que incluia o Rei (com Detalhes e Emocoes), The King (Suspicious Minds e Heartbreak Hotel), Iron (claro), Willie Dixon, Led (quando tocou Immigrant Song nego comecou o me olhar torto, ja que me sacudia loucamente) e, para finalizar, um podcast sobre Formula 1 que eu tinha baixado antes de sair de casa.
Chegou finalmente o trem (animalescamente maneiro, by the way, com dois andares, todo confortavel, mesinhas, etc). Pensei em botar uma moeda no trilho, como a gente fazia em Congonhas, mas fiquei com medo de me deportarem para Guantanamo por tentativa de sabotar o tranposte coletivo e guardei a moeda para um outro dia.
E la fomos nos...
Depois de 1 hora, cheguei em Mountain View, onde o Stefano trabalha.
Imediatamente senti que tinha algo errado. No estacionamento da estacao de trem, uma Mercedes CLK500, uma Z4, um Audi TT e um Touareg, que do lado dos outros, ficou ate meio caido...
Acho que cheguei na parte onde nego tem grana, muita grana....
Bom, fui andando ate o predio do Stefano, achei molinho. Varios cafes, restaurantes, bares, etc. Vizinhanca altamente aprazivel na Castro St. aqui em Mountain View. Cheguei na frente do predio. Beleza, agora e so achar um orelhao e ligar para ele.
E cade um orelhao?? Fala serio, vizinhanca de rico nao tem orelhao. Oops, acho que dancei. Depois de dar varias voltas (vale lembrar que a essa altura, ja eram 1820 e eu tinha saido de casa ha umas 3 horas), achei um orelhao. Peguei para ligar e o bichano nao trabalha com moeda. Catzo, ate os orelhoes aqui sao sinistros... Depois de ligar para o Brasil (a cobrar, valeu mae), consegui me comunicar com o Stefano e pronto, partimos para a casa deles...
Mal acreditei quando entramos e eu pude descansar um pouco...
O resto, eu conto no proximo post...
Para isso, tinha que me despencar para a cidade deles, Los Altos, que, como voces podem ver, e razoavelmente longe de SF.
Mas, conjugando o Bart com o Caltrain, supostamente eu estaria la em 2 horas, gastando apenas 6 dolares. Nada mal...
Depois de publicar os posts iniciais, ja que a Renata esta estudando para o Bar (boa sorte!!!!!) e eu nao queria atrapalhar o estudo, tudo combinado, ia encontrar o Stefano no trabalho dele (gente que faz, trabalhando no sabado) e iriamos para a casa deles para eu pegar umas paradas nas minhas malas (nao entrarei em detalhes, so direi que eram artigos extremamente necessarios).
Bom, tudo combinado, entrei no Transit511.org e planejei minha viagem toda.
Peguei meu computador (para mostrar as fotos da menina mais linda do mundo para a Renata) e parti.
Estava eu no Bart, tranquilao, quando o motorista avisa que o trem na nossa frente esta com problemas e por isso iriamos parar um pouquinho no meio do caminho, coisa de 5 a 7 minutos (sem sacanagem, o cara falou 5 a 7 mesmo...). Como eu tinha uma folga de 26 minutos (mais uma vez, nao e sacanagem), fiquei tranquilo.
Entretanto, no meio do caminho, o bonitao volta ao microfone e fala que o trem quebrou de vez e que vai demorar um pouco mais (sem previsao dessa vez). Trocando em miudos, dancei (para nao trocar em um outro miudo mais explicito).
Quando chegamos na estacao de transferencia para o Caltrain, ele tinha partido ha 9 minutos... Proximo trem? Em 1 hora...
O vida, o azar.... Me lembrei do Charlie Brown, que descreveria essa situacao com o seu classico: "mais que puxa..." (gostou da citacao do Charlie Brown, Cla?)...
Bom, fui dar uma volta na redondeza para tentar comprar algo para comer (ja eram 1550 e nao tinha rolado almoco ainda) e o maximo que eu achei foi um Snickers num cibercafe muito do mambembe.
Voltei para estacao, saquei meu iPod e fiquei esperando ouvindo uma selecao super ecletica que incluia o Rei (com Detalhes e Emocoes), The King (Suspicious Minds e Heartbreak Hotel), Iron (claro), Willie Dixon, Led (quando tocou Immigrant Song nego comecou o me olhar torto, ja que me sacudia loucamente) e, para finalizar, um podcast sobre Formula 1 que eu tinha baixado antes de sair de casa.
Chegou finalmente o trem (animalescamente maneiro, by the way, com dois andares, todo confortavel, mesinhas, etc). Pensei em botar uma moeda no trilho, como a gente fazia em Congonhas, mas fiquei com medo de me deportarem para Guantanamo por tentativa de sabotar o tranposte coletivo e guardei a moeda para um outro dia.
E la fomos nos...
Depois de 1 hora, cheguei em Mountain View, onde o Stefano trabalha.
Imediatamente senti que tinha algo errado. No estacionamento da estacao de trem, uma Mercedes CLK500, uma Z4, um Audi TT e um Touareg, que do lado dos outros, ficou ate meio caido...
Acho que cheguei na parte onde nego tem grana, muita grana....
Bom, fui andando ate o predio do Stefano, achei molinho. Varios cafes, restaurantes, bares, etc. Vizinhanca altamente aprazivel na Castro St. aqui em Mountain View. Cheguei na frente do predio. Beleza, agora e so achar um orelhao e ligar para ele.
E cade um orelhao?? Fala serio, vizinhanca de rico nao tem orelhao. Oops, acho que dancei. Depois de dar varias voltas (vale lembrar que a essa altura, ja eram 1820 e eu tinha saido de casa ha umas 3 horas), achei um orelhao. Peguei para ligar e o bichano nao trabalha com moeda. Catzo, ate os orelhoes aqui sao sinistros... Depois de ligar para o Brasil (a cobrar, valeu mae), consegui me comunicar com o Stefano e pronto, partimos para a casa deles...
Mal acreditei quando entramos e eu pude descansar um pouco...
O resto, eu conto no proximo post...


1 Comments:
hum, que honra ser mencionada no seu blog... =))
bj meu.
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